terça-feira, 10 de dezembro de 2019

I’m afraid I’m living too fast
I’m afraid I’m not living at all
Sun rises and sun sets
And it seems like the same as before
Days go by as my eyes blink
Thousands of times, thousands of days
Sun rises and sun sets
And I’m not living at all...
It’s dark, it’s always dark
It’s the space between rising and setting
It’s falling.
I’m falling out of line
Out of course
Out of life.
Stuck. Sticking to nothing able to hold.
Stuck in the night, slipping through the stars
I’m afraid I’m living too fast...
Days wear off quickly
Nights burn out even faster.
I feel myself wearing off, burning down
I’m afraid I’m living too fast
I’m afraid I’m not living at all...

domingo, 14 de janeiro de 2018

making sense.

No sense. Making no sense used to be my thing and I think it still is but you stole that place from me. Now I’m tasting my own venom and it’s not sweet! To be honest is driving me crazy! Not to understand a word you say, not to be able to break through your glass... the thing is, you don’t want it! You don’t want anyone to understand even the simplest thing about you! Why?! 
Let me in. Just a little! Step by step, word by word, thought by thought I promise I won’t hurt you, I won’t be the one to fix you but I’ll try! And I know you can’t be fixed, you’re just like me... and you see me so clearly and I can’t see you! Never. All I see when I look at you is the knots that you tied in my brain, the castle that you build with your own stones, the ones that you seem to be carrying for so long and it hurts me to see it. And you still make no sense, not in my eyes! You’re complicated, you’re tangled in ways that I don’t know if I’ll ever be capable of going through that and get out of there alive. You make no sense and I make no sense, will we ever make sense together?

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

blue skin.

Coffee, cigarettes and joints.
That’s all I need.
Your blue skin touching mine,
The night falling and the sun rising.
Broken souls fitting together
And fire burning trough the cracks.
We.
Leaving the secrets and fears behind
In those fireworks, melting, merging with the noise.
Come. 
There’s no more minutes in the clock.
No more people in the world.
No more dreams. No more limits.
There’s nothing and there’s everything.
There’s you drowning in your own blue eyes 
And in your own nightmares.
Fear.
There’s me, trying to swim 
With demons.
No more rational thoughts, just verses in my head
Writing poems, backwards.
Coffee to melt the icebox,
Cigarettes to share,
Joints to dream
And blue skin.
And in case you didn’t notice
Souls have a way to connect.
And I can swear I feel the magnets pulling,
The stars and the moon shining 
And the world going round more than once 
Just for you to see in the mirror
That you have blue skin.
Coffee, cigarettes and joints in the night
Sharing my blue skin with you.




sábado, 23 de setembro de 2017

viajar.

viajar. viajar pelo mundo fora. viajar num livro. viajar numa história. viajar em alguém. viajar no pensamento. mas viajar. porque para aprender é preciso viajar. sair do sítio. nem que esse sítio seja abstracto.

domingo, 17 de setembro de 2017

será que também pensas em mim?
eu penso em ti. com certeza.
penso em como o arrependimento mata.
hoje li uma frase que dizia: " se esperares até te sentires preparada, vais esperar a vida toda", completamente verdade. continuo à espera e eu não quero esperar para sempre.
quero-te agora, apesar de tudo.
quero-te aqui, porque senti uma confiança em ti que não vi em ninguém.
porque me puxaste com a energia de um furacão e eu resisti sempre. e porquê? porque não estava preparada.
e agora estou à espera e a pensar em ti, ainda.
queria que me lesses. que me falasses. que me quisesses, queria que pensasses em mim também.
será que também pensas em mim?


acho que te quis com todas as forças do meu ser. acho que te quero.
mas a minha mente foi mais forte e tu deixaste de lutar contra ela porque é uma causa perdida.
mas mesmo assim, acho que te quis, que te quero.
desististe, foste, falhaste, falhei e falhamos.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

sinto uma dor todos os dias.
não sei bem onde, não sei bem porquê.
é uma angustia que pousa e não ousa ir.
sinto que não vivi, que não vivo.
sinto que é tarde.
que é cedo.
que é complicado.
que tive medo.
sinto uma dor todos os dias.


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

we are the same. that's why i couldn't come any closer.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Aterroriza-me quando sinto o silêncio a pesar dentro de mim. Tem momentos em que sinto que todo o ruído do mundo parou. Que a vida parou e que já não há mais nada... Aterroriza-me, e tenho medo que um dia esse silêncio não se vá embora.

terça-feira, 11 de julho de 2017

tomar café?

- Queres ir tomar café um dia destes? - dizia ele.
Claro que a minha resposta a uma pergunta destas é sempre a mesma.
- Convidas-me para um café se, por acaso, me vires por aí.
Resposta estúpida? Estranha? Talvez.
Tomar café, nunca entendi. Sei bem que não é tomar café. É simplesmente uma força de expressão.
Mas é tão básico. É tão cliché. Como as rosas, e eu nunca gostei de rosas.
Perguntou-me várias vezes o mesmo, no entanto, cansou. Cansou de não lhe ter dado a oportunidade. Tudo bem, juro que compreendo.
Mas, compreende que eu não sou mulher de cafés, e acredita, amo cafeína, é uma boa droga como tantas outras.
Não sou mulher de cafés, como não sou mulher de rosas, lamento pela personalidade que carrego a que não estás habituado. 
Sou complicada, também sei e tu também, por isso é que me perguntas-te incessantemente a mesma coisa e incessantemente a minha resposta foi sempre a mesma.
Convidaste-me para consumir outras drogas, porque sabias também que sou uma mulher de vícios.
Os meus vícios são tantos, um deles é ser aquilo que sou e nunca conseguir mudar. 
Quis muitas vezes desfazer-me desse vício, de ser eu mesma sem desculpas. Mas no entanto, os psiquiatras são caros, e este vício não me custa nada.
Nunca mais me perguntas-te essa pergunta estúpida, e como um vício, senti falta dela. Mas como não estou preparada para deixar os meus vícios por esse, lamento, a minha resposta será sempre a mesma.
- Convidas-me para um café se, por acaso, me vires por aí.
Se me vires por aí vais perceber, e depois de me vires tantas vezes vais entender, que um café para começar, não é de todo um ponto de partida.
Sou complicada e tu sabes, e um café é simples. Eu sou uma corda cheia de nós, difíceis de desfazer. A real questão aqui, e esta sou eu que te faço: - Se gostas de coisas complicadas porque é que viraste as costas?

terça-feira, 20 de junho de 2017

podias ter sido tu.


Isto é para ti, e eu sei que não estás a ler mas de qualquer forma, isto é para ti.
Podias ter sido aquele que derrubava o muro, mas preferiste subir o muro e mesmo assim ficar a olhar para o outro lado. Nunca quiseste descobrir o que estava deste lado do muro. Não tiveste coragem, não sei.
Quis muito que chegasses além e isso não aconteceu.
Podias ter sido tu, finalmente, e não foste.

terça-feira, 11 de abril de 2017

O que fazer quando sentimos que já não dá mais?
Quando sentimos que estamos a ficar loucos? Quando não há mais nada pelo que lutar? Para seguir em frente? O que fazer?
O quê?

segunda-feira, 10 de abril de 2017

cheers!




"And it feels like a champagne hangover 
But you hit like a whiskey & soda  
You really fucked me over 
Still here's a toast - to you"

sábado, 8 de abril de 2017

sinto que bateste na minha porta e simplesmente ficámos à conversa na entrada, nunca te deixei entrar, nunca te convidei sequer.
quero-te só dizer, embora tu não vás ler que, não te vou convidar, nunca.
nunca, porque não consigo. não perguntes outra vez porquê. simplesmente não vou.
não posso deixar que desarrumes mais do que está, e também sei que arrumar ninguém consegue.
é um caos.
sou um caos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

C de Saudade.

Não sei se algum dia te vou conseguir dizer adeus. Porque aqui até as pedras da calçada que me fazem cair, me apaixonam.
Todos os dias me apaixono por esta cidade, mesmo quando nem saio de casa.
Ás vezes estou só no autocarro e olho pela janela, e tudo dentro de mim sorri, porque estou em Coimbra e esta cidade não é uma qualquer.
Não sei se algum dia vou sentir o mesmo numa outra cidade, mas algo me diz que, se há sentimentos irreplicáveis, o que todos são, este é ainda mais irreplicável, ainda mais único…
Não sei se algum dia vou esquecer que vivi aqui. Que sonhei aqui. Que chorei, que cai, que corri, que saltei, que gritei, que senti tanto, e que aprendi tanto. Será que vou esquecer? Talvez nos caminhos da senilidade, mas mesmo assim, algo me diz que nem no poço mais fundo do esquecimento, esta cidade se vai desgastar de mim.
Não sei se algum dia, alguma cidade, em algum sitio, se faça um lar como Coimbra se fez.

Não sei se os caminhos perdidos que aqui caminhei, terão um lugar certo para chegar como esta cidade tem. Não há caminhos em que eu me perca, que eu não ganhe mais um pouco. Ganho todos os dias nesta cidade, vida principalmente. Não há nada que me faça melhor.
Se as noites já me apaixonavam, agora apaixonam mais ainda porque não há noites aqui, que não se cravem no coração.
Sei, sem dúvida, que não há outra cidade que rime com saudade como esta, Coimbra.
Para alguns pode não rimar, mas aos meus ouvidos é poesia.
E os rodopios que a minha capa dá, é a melhor dança do mundo inteiro, e não há maior orgulho do que esta dança em cima dos meus ombros.
Isto tudo para dizer que:
Não sei se algum dia te vou conseguir dizer adeus, Coimbra.

sábado, 3 de setembro de 2016

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

you, whoever you are.

You.
Whoever you are, love me.
Call me in the middle of the night to get drunk with you.
Take me to the most breathtaking places.
Write me little love notes.
You.
Whoever you are, don’t take so long.
Find me and get lost with me.
You.
Whoever you are, open my doors,
Take my walls down, and built four walls around us.
You.
Whoever you are.
Sing to me, like it’s your own song.
You.

Whoever you are, don’t keep me waiting.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

broken.

everyday i feel the same. it's like i've  been in love with somebody, some day and my heart got broken into a million pieces but that's not what happened. the issue in my heart is that i've never loved but it's still broken.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

pai.

Nunca me ensinaste grande coisa. Como sempre digo, a única coisa que me ensinaste na vida foi a comer bem e a nunca ser como tu (isto aprendi eu, sem tu nunca o dizeres). 
Compreendo que a vida para ti possa não ter sido fácil, mas por essa mesma razão, achava que isso te despertava um desejo de ser diferente, mas enganei-me.
Compreendo também que depois de teres deixado essa parte da tua vida, as circunstâncias não tenham sido as melhores e que tenhas sofrido o pior trauma que um pai pode sofrer e que nunca tenhas ultrapassado as perdas que isso te causou. Sei que houve algo bom no meio de tanto mau, mas por experiência própria, que também vivi esse trauma, sei que o bem nunca compensou o mau e nunca fez muito sentido na tua cabeça, e percebo.
Também sofri, muito, enterrada no meu silêncio, com as lágrimas mais pesadas. Sofri este trauma e sofri por todas as batalhas que tive que lutar ao crescer, porque a incompreensão era imensa, as perguntas eram intermináveis e o vazio era constante. Aquela dor persistente no peito, que não vemos razão para a ter, que nos segue para todo o lado, enlouqueceu-me, de verdade!
Sei que a vida não é fácil. Não é fácil para mim também, acredita. mas o meu coração parte mais um bocadinho sempre que faz de escudo ás tuas conversas. Tens palavras mais afiadas do que facas e mesmo assim preferia uma faca cravada no peito.
Nunca senti tanta raiva como já senti por ti, e sinto, e tu, de todas as pessoas, por ordem da natureza não devias ser alguém de quem eu sentisse raiva e ódio. Nunca me senti tão rebaixada como me sinto por ti. Mas levantei-me sempre e conquistei o equilíbrio para não voltar a desabar.
És aquela pessoa que nunca ouvi dizer bem de mim, e és aquele que sempre contrariou quem o fizesse. Não tens orgulho em mim, mas eu tenho. Tenho orgulho em tudo aquilo que sou. Tenho orgulho por ter aprendido tanto sozinha. Tenho orgulho pelas estaladas que levas sempre que progrido na vida e que tu achavas que eu não era capaz.
Um dia ainda vou mudar o mundo. Gosto de pensar que já comecei nessa jornada, pelos pequenos gestos.
Nunca me falhaste nos aspetos vitais. Sempre tive tudo aquilo que precisei, comida, teto, dinheiro e educação. Mas nunca me respeitaste como eu respeito as pessoas. Um dia hei-de cuidar de ti quando precisares, mas digo já, não mereces.
A todas as pessoas que veem o teu lado mascarado, espero que o desvendem e vejam o teu verdadeiro eu. E a pergunta que carreguei pela maior parte da minha vida:

O que é que eu quero ser quando for grande? Quero ser nunca como tu e quero agradecer-te por me dares este objetivo de vida.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

ás vezes tenho saudades tuas...
não és mais a minha melhor amiga, muito menos minha amiga mas se tu ligasses a qualquer hora a pedir-me alguma coisas acredita que o faria. mas eu odeio-te. e como sempre disse, só odiamos quem já foi uma parte de nós, quem ainda segura um pedaçinho do nosso coração e é por isso que te odeio.
odeio-te pela forma que as coisas se sucederam, odeio-te pelas coisas que ficaram por dizer e que já nem sei quais coisas eram essas, odeio-te pelas razões e pelas não-razões pela quais nós nos deixamos de falar e odeio-te ainda mais por teres escolhido alguém para o centro do teu mundo e te teres esquecido que eu estava numa órbita em volta do teu mundo também.
odeio-te tanto e o pior é que já não quero saber. sou tão fria agora que irias ficar surpreendida, não que eu não o fosse antes mas agora rebenta todas a escalas.
odeio-te por não ocupares nenhuma parte da minha vida agora, por não seres ninguém quando antes eras o meu único alguém.
ás vezes tenho saudades tuas mas odeio-te agora, por isso não te digo.