sábado, 15 de junho de 2013

Estou a intelectualizar. A digerir a raiva e as lágrimas de á bocado. Já me enchi de calma mas tenho muita desilusão também aqui . Perdi-te ou tu deixas-te que eu te largasse não sei, mas esta amizade perdeu-se nos piores caminhos, este laço deslizou e desfez-se, esta ponte quebrou-se. Já não há nada. Foste deixando um rasto de bom e de mau... O mau está aqui, a pesar-me no coração, o bom faz parte de mim e sempre fará...
Coisas da vida e sinto-me a pior pessoa do mundo a dizer isto, e provavelmente para ti sou, mas não quero saber disto, não me interessa. O vento nunca volta o mesmo depois de um rodopio, por isso se é diferente, não quero nada.
Confio no destino e se este ciclo der a volta até ao mesmo, ainda bem, se não, que continue a elevar-se e superar-se, porque de buracos está o mundo cheio, e de buracos está a minha vida cheia, e de buracos está o meu coração cheio! O mundo precisa de escadas, para subir, a minha vida precisa de luz para continuar e o meu coração precisa de sangue para bater porque as facas cortam e rasgam e eu sei que ele nunca será inteiro mas, ferido também não o quero portanto, avante!


 

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