domingo, 3 de fevereiro de 2013

mess.numbness.


Sempre fui de muitos porquês, de muitas questões, de muita confusão. Faz parte de mim a desarrumação, em todos os sentidos. É o quarto desarrumado, são os pensamentos perdidos e trocados, são as atitudes irreconhecíveis, e a bagunça na vida toda. É tralha acumulada, sentimentos a mais, sentimentos a menos... São memórias embaciadas, e um presente indefinido. É uma desarrumação descumunal, ruídos estranhos dentro da cabeça e gritos e abafar-me o coração! Dói.
Não sei quantas vezes petrifiquei as mesmas perguntas dentro de mim, não sei quantas vezes as respondi de novo e outra vez, o mais certo é ter feito as perguntas erradas às pessoas erradas, às estrelas erradas e às lágrimas erradas.
Não é fácil acreditar que nada acontece por acaso e mesmo assim não conseguir arrancar do pensamento os porquês pesados, este pisa papeis que segura as somas e as subtrações dos pensamentos positivos e negativos. Satura-me a mente, tira-me o pouco de sanidade que resta, que foi sobrevivendo através da racionalidade maluca e obsessiva que me ocupa...
Céus, como eu estou farta!!!  Não encontro paciência. Dispenso as pessoas mais do que antes, o que já é um extremo e enterro a cabeça debaixo do lençol o mais fundo possível e durmo sem sonhos, sem esperanças. E fico tempos infinitos sem ver a luz do dia. É isto, a estupidez em que estou.

Sou deprimente.

 

Sem comentários:

Enviar um comentário