sexta-feira, 8 de abril de 2011

Vejo poesia nas estrelas
Num dia sem sol
Vejo poesia até numa estrada vazia
Numa pedra sozinha
No bater de asas das borboletas
No rasgar das manhãs
No falecer de todas as noites
Num silêncio imperfeito...
Vejo poesia em tudo
E em tudo não vejo nada
Não vejo a melodia
Não vejo o sentimento...
Poesia sem alma
Sem coração
Sem sinceridade
Sem o sorrir transparente,
Sem a luz replandescente
Não vejo a dor!
Tudo é de gelo e calor
Tudo é de se ver
Nada de se sentir
Vejo a poesia em tudo
Mas sinto-a no meio de nada
Canto-a de voz calada.

5 comentários:

  1. eu sei amor, obrigada <3 ontem descobri tudo mesmo, mas eu depois conto-te. Foi um mau dia, odiei.

    ResponderEliminar
  2. obrigada querida Isabel!
    que poema bonito*

    ResponderEliminar
  3. acredito que sim isabel..
    gostei do poema!

    ResponderEliminar