sexta-feira, 18 de junho de 2010

Dor, no coração talvez!

È, talvez no coração
Onde permanece a maior ferida
Talvez tenha razão
Talvez seja mentira
E ao esconder a dor
Alimenta o sofrimento
No meu órgão propulsor
Nesta ferida de vento
Sim, de vento
Pois na verdade ela não existe
Não sangra, não dói
Mas que psicologicamente me atormenta
È ferida que dói mas que na verdade não se sente
È tal como eu digo, é talvez no coração onde permanece
È talvez no pensamento racional
Sei lá, ela existe e não existe
Dói e não dói
È profundo ou não
È dor que entre o pensamento e o coração
Nasce e talvez, nunca morre!
Por entre sentimentos e devaneios
Nasce, desvanece e renasce
Chama-se dor
E de tão pequena que é a palavra
Cria ilusão de ser um sentimento pequeno
E entre tanta pequenez
È dos maiores sentimentos e feridas
que permanecem no coração, talvez!

1 comentário: