segunda-feira, 12 de abril de 2010

Tu chamas-te, e eu como se estivesse possuída fui, os meus pés não paravam, um após o outro...Arrastaste-me para um buraco sem fundo,um trapézio sem rede, sei lá eu porquê! Cairei sempre, o buraco sem fundo nunca me fará parar, e o trapézio sem rede foi onde eu saltei lá no espaço, agora á deriva no meio de tantos corpos, planetas, estrelas, não sei para onde me dirigir, não há mapas, não há GPS, não há nada que me possa orientar na direcção correcta para que eu nao te siga quando me chamas, para que eu pare de andar, como desejo, para que eu me esqueça de ti e não guarde memórias do nunca!

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