terça-feira, 5 de janeiro de 2010

(...)

E (...)Quando não posso mais, grito, grito o mais que posso, choro até que as lágrimas sequem sozinhas, até que um sorriso inútil surga, até que o sono chegue e os olhos se fechem, apagando o que se passou, para que venha um novo dia, para que a felicidade chegue, para que tudo o que não quero se vá, e nunca mais volte, nunca mais, para que fique no passado!
(...) O amanhã chega, mas não apaga o passado, não esquece, guarda, tudo o que um dia foi presente(...) E depois de amanhã, depois a vida o dirá(...)

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